George Wallace, teve o seu primeiro contato com a religião de Matriz Africana exatamente aos 3 meses de idade, quando foi apresentado a uma Pomba Gira Cigana em um terreiro tradicional de umbanda.

E sempre alimentou uma forma muito carinhosa, respeitosa mas com muita cautela sobre tudo que se referia a Umbanda e ao Candomblé, até que dos 8 aos 37 anos perdeu toda a sua fé e crença em qualquer religião, professando o ateísmo.


Apesar de ateu, estudou em uma instituição católica, e sem uma forma de estudo baseado em fé, acabou aprendendo muito sobre as religiões cristãs, budista, hinduísta, kardecista e concomitantemente, os Òrìsàs, pois sempre frequentou diversos Ilês e Terreiros de Umbanda com o olhar não de um devoto, mas de um cético.

Umbanda

Sempre se sentia dentro do contexto, mas não alimentava a fé…

Até que em 2014, por meio do trabalho que exercia na época, se aproximou de muitas pessoas que cultuavam de forma tradicional os Òrìsàs (Ifá e Culto Tradicional), e assim conheceu diversos grandes sacerdotes e personalidades do Benin e Nigéria.

o Araba Àkànó Fásínà Agboolà, foi muito importante para a divulgação do Ifá no mundo.

Eles esclareceram e ensinaram boa parte do que se pesquisa, além de buscar referências dentro e fora do Brasil, para sempre obter as informações fidedignas.

Não se importando pelo fato mítico, mas juntando com o histórico, eis que teve uma grande experiência ao culto de Ossàgyan , e ai, o amor e a devoção a toda essa cultura de fé, foram e são até hoje uma forma de se dedicar levando a melhor informação de todo esse universo Yorubá.

Babalawos Nigerianos


Wallace estuda antropologia, sociedade africana e Ifá dentro do culto, e com a ajuda de diversas Yas e Babás, recebe com muito carinho uma forma sócio-religiosa de expressar a ancestralidade e vida desses nossos maravilhosos ancestrais.

Está enveredado sobre a ancestralidade nacional, os pretos-velhos e caboclos – visando entender onde essas divindades aparecem e se tornam os grandes zeladores da fé em matrizes africanas.

Ama falar de Òrìsà e aprender sobre….


Seu lema é:
Conhecimento tem que ser repassado, e passado, e repassado….

Edição: Carolini Brum

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Matriz Africana

Movimento político de união e acolhimento "Matriz Africana", que visa agregar, unir, acolher, conectar e informar a todos os adeptos de religiões de Matriz Africana de forma que se possa empoderar, garantir direitos e proteger a liberdade de culto e os povos de axé. Aqui se troca conhecimento, informação e apoio.