Em tempos de organizações e segregação de direitos em função de nossas crenças religiosas, quando vemos bancadas políticas organizadas com o declarado intuito de cercear direitos, nos organizar e possibilitar que estejamos unidos, deve ser tratado como prioridade. 
O Matriz Africana nasce com a proposta de otimizar a conexão dos adeptos a religiões de Matriz Africana e todos os seus simpatizantes. Aqui pouco importa a vertente religiosa, cor da sua pele, tradição de sua casa ou preceitos que cada um tenha aprendido. A África é o berço do mundo e nesse contexto, inclui-se também a religiosidade de milhares de pessoas. Nossas diferenças, aprendizados em caráter de resistência, nos fazem únicos, plurais, resistentes, resilientes e principalmente acolhedores.
Já era hora de nos organizarmos e possibilitarmos que todas as pessoas simpatizantes, adeptos ou não, pudessem engrossar nossa corrente do bem, fazendo com que nosso povo de axé seja respeitado, valorizado e empoderado, sentindo orgulho de suas raízes. 
Nesse contexto, INCLUEM-SE também as religiões de matriz africana nascidas no Brasil. Onde embora não tenham nascido em território Africano, são inegáveis suas origens. Assim, esse espaço de conexão visa aproximar através da tecnologia, todos os que por ventura sejam adeptos, simpatizantes ou iniciados, independente de etnia, orientação sexual, idade, tradição ou religião. Negros, Brancos, Loiros, Indígenas, Pardos, LGBTQI+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queer, Interssexuais, etc.), gordos, magros, pobres, ricos, seja lá quem você for, este espaço ºe seu e sua fé será respeitada e valorizada. Sejam todos muito bem vindos e desejamos que possam estar unidos conosco, na busca por um mundo melhor, tolerante, inclusivo e empedrado para os adeptos das religiões de Matriz Africana.

Written by

Matriz Africana

Movimento político de união e acolhimento "Matriz Africana", que visa agregar, unir, acolher, conectar e informar a todos os adeptos de religiões de Matriz Africana de forma que se possa empoderar, garantir direitos e proteger a liberdade de culto e os povos de axé. Aqui se troca conhecimento, informação e apoio.